24 de maio de 2018

Os Polvo partilham com os Gentle Giant o nome que os segundos deram ao seu magnífico quarto álbum. Fora isso são água e fogo.
O calculado, intelectual e barroco prog dá lugar às dissonâncias sónicas das cordas electrificadas. Chega, por momentos, a lembrar devaneios psicóticos dos germânicos Amon Dull.
São também incursões no oriente onde sete notas, e seus tímidos intervalos, são parcas para pintar o quadro sónico.
Os Polvo existem deste 1990.
Felizmente que ainda não aprenderam a afinar as suas guitarras. Ainda em 2013 lançaram um excelente disco.

O prog deveria aprender com eles: a ideia, quando boa, não precisa ser bem executada. Pode perder-se se o for.








28 de abril de 2018

27 de abril de 2018

Jorro genuíno





São para ti gostes ou não.

Continuarei a insistir.

Vertam-se lágrimas e sangue.




Gritam guitarras e dedilha doce, feminina, voz.
Nunca perceberei o que dizem ambas..., mas garanto que é sobre sexo que falam.

Isso basta.






Na ópera há foras de jogo?



Em 1966, sem LSD, havia quem andasse à mama.

Racionalidade fora nove



Aquele instinto que me faz tender para o Lennon na eterna contenda com o Paul Mc Cartney é tão primário que nem tem argumentação. Só me lembra futebol.

Napalm Death in the city

acavou ?!

21 de abril de 2018

Mother

Os Beatles fizeram muito boa música. O Lennon fez uma outra coisa.




 

S(ó)m

Vou morrer.
Não acredito na humanidade.
Não acredito nesta entrevista.

Mas acredito no som.
O som é tudo.
É vida e morte.
A melhor forma de te explicar isto é: “som para mim é como um vestido para ti”

Nem a eminente morte o fez socialmente educado. Mas ficou tudo tão mais claro.


 

Há vida selvagem para lá da Austrália

À espera de melhores créditos deixo aqui uma do Cabrito Montez.

20 de abril de 2018

Viva o caos

Em termos de gavetas estes não cabem em nenhuma. Ainda bem que me organizo por ordem alfabética cá em casa. Com este sistema alfabético continuo sem saber onde colocar os King Crimson e os Yo la Tengo. Nada é perfeito.





 

Des(anca) qualquer um

Estranho quando um dos melhores discos da carreira de um autor é um álbum ao vivo e talvez as duas das melhores músicas desse mesmo álbum sejam covers. Esta é uma delas. O crescendo é fenomenal e sem ancas balouçando.

mais ou menos eu em telheiras

J'suis décadente Le désespoir j'en ai ma dose Je vais prendre une place à Passy Là au moins je s'rai quelque chose Et puis j'aurai foi en la vie J's'rai méritante J'vais avoir un rôle et des d'voirs J'me peindrai plus le ongles en noir J' mangerai un yaourt tous les soirs Quand j's'rai psychiatre.. Avenue Mozart
Aquele estranho momento em que Tracy Chapman dá de caras com o Jeff Buckley e gozam à grande e à francesa da versão do David Fonseca

Distopia no 69

DSM I? II? III? IV? o melhor!

Haja esperança num melhor futuro

E quando pensavas que a década estava perdida deparas-te com isto.