Os Polvo partilham com os Gentle Giant o nome que os segundos deram ao seu magnífico quarto álbum. Fora isso são água e fogo.
O calculado, intelectual e barroco prog dá lugar às dissonâncias sónicas das cordas electrificadas. Chega, por momentos, a lembrar devaneios psicóticos dos germânicos Amon Dull.
São também incursões no oriente onde sete notas, e seus tímidos intervalos, são parcas para pintar o quadro sónico.
Os Polvo existem deste 1990.
Felizmente que ainda não aprenderam a afinar as suas guitarras. Ainda em 2013 lançaram um excelente disco.
O prog deveria aprender com eles: a ideia, quando boa, não precisa ser bem executada. Pode perder-se se o for.
24 de maio de 2018
22 de maio de 2018
11 de maio de 2018
28 de abril de 2018
27 de abril de 2018
Vertam-se lágrimas e sangue.
Gritam guitarras e dedilha doce, feminina, voz.
Nunca perceberei o que dizem ambas..., mas garanto que é sobre sexo que falam.
Isso basta.
Racionalidade fora nove
21 de abril de 2018
S(ó)m
Vou morrer.
Não acredito na humanidade.
Não acredito nesta entrevista.
Mas acredito no som.
O som é tudo.
É vida e morte.
A melhor forma de te explicar isto é: “som para mim é como um vestido para ti”
Nem a eminente morte o fez socialmente educado. Mas ficou tudo tão mais claro.
Não acredito na humanidade.
Não acredito nesta entrevista.
Mas acredito no som.
O som é tudo.
É vida e morte.
A melhor forma de te explicar isto é: “som para mim é como um vestido para ti”
Nem a eminente morte o fez socialmente educado. Mas ficou tudo tão mais claro.
Há vida selvagem para lá da Austrália
À espera de melhores créditos deixo aqui uma do Cabrito Montez.
20 de abril de 2018
Viva o caos
Em termos de gavetas estes não cabem em nenhuma. Ainda bem que me organizo por ordem alfabética cá em casa. Com este sistema alfabético continuo sem saber onde colocar os King Crimson e os Yo la Tengo. Nada é perfeito.
Des(anca) qualquer um
Estranho quando um dos melhores discos da carreira de um autor é um álbum ao vivo e talvez as duas das melhores músicas desse mesmo álbum sejam covers. Esta é uma delas. O crescendo é fenomenal e sem ancas balouçando.
mais ou menos eu em telheiras
J'suis décadente
Le désespoir j'en ai ma dose
Je vais prendre une place à Passy
Là au moins je s'rai quelque chose
Et puis j'aurai foi en la vie
J's'rai méritante
J'vais avoir un rôle et des d'voirs
J'me peindrai plus le ongles en noir
J' mangerai un yaourt tous les soirs
Quand j's'rai psychiatre..
Avenue Mozart
Aquele estranho momento em que Tracy Chapman dá de caras com o Jeff Buckley e gozam à grande e à francesa da versão do David Fonseca
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