15 de dezembro de 2011

há paredes sempre de pé


Uncut nas bancas.

modalidade desportiva



Esta manhã, depois de ler esta notícia tomei uma decisão.
Encaminhei-me para uma loja dos chineses e comprei um jogo de setas. Imprimi a fotografia de Nuno Crato e colei-a na parede do quarto do meu filho de 5 anos.
Hoje quando chegar a casa vou iniciar a sua formação.
Defini claros objectivos, plenos de conteúdos, para que no final do ano lectivo o puto consiga enterrar todas as setas nos dois olhos do homem em causa.
Começaremos pelo treino a uma simbólica distância de 20 cms.

14 de dezembro de 2011

ainda a propósito



de road movie e coisas bonitas.

Two Lane Blacktop não é uma viagem sentimental e bonitinha como Easy Rider.

É um pedaço de filme como há poucos. No final, a película queima e deixa tudo em aberto. Tal como a borracha dos pneus do Chevy e do El camino que iniciam a corrida.

É só isso que interessa na narrativa.

Vencer ou perder é sentimentalismo impróprio.

música a pedido...



Assimilar a "pop" de Zorn e Yamatsuka e chegar a Change of the Century (1960) de Ornette Coleman.
Pelo caminho realizar um road movie com paragens obrigatórias em caves cheias de fumo e álcool. Atropelar o Pat Metheny dá pontos extra.

Isso sim, é bonito!

7 de dezembro de 2011

sem sombra para dúvidas

R(eprise)IP



Já por aqui passou mas recentes notícias tornam obrigatória uma nova depostagem. “Mixtape Vol. 8″, a coletânea disponivel no site da banda apresenta canções que fazem parte da banda sonora do filme “Simon Werner a Disparu”, de Fabrice Gobert.

Com o eventual fim dos Sonic Youth resta-nos pensar que ainda existirá muito material por editar fruto da longa carreira do grupo.

Depois temos sempre o extraordinário disco de Thurston Moore produzido por Beck. Anti-sónico mas das coisas mais sonóricas que ouvi nos últimos anos.

tenho pânico a aviões....



mas sei onde estão dois pares de cuecas e umas quantas t-shirts.

meanwhile



Look at Mother Nature on the run in the nineteen seventies.

da loucura de Bowie



olhar/ouvir "all the madmen", ano após ano, é como ver crescer um cogumelo. Uma pessoa alimenta-se, loucamente, da humidade e termina, alucinada, dissecando o cão: Zane, Zane, ouvre le chien.....

Apesar de (a trilogia de) Berlim ser já hoje o que é, eu ainda sou o que pareço.

Apeteceu-me uma filosofia toda aberta....para "all the madmen"