22 de dezembro de 2011
15 de dezembro de 2011
modalidade desportiva
Esta manhã, depois de ler esta notícia tomei uma decisão.
Encaminhei-me para uma loja dos chineses e comprei um jogo de setas. Imprimi a fotografia de Nuno Crato e colei-a na parede do quarto do meu filho de 5 anos.
Hoje quando chegar a casa vou iniciar a sua formação.
Defini claros objectivos, plenos de conteúdos, para que no final do ano lectivo o puto consiga enterrar todas as setas nos dois olhos do homem em causa.
Começaremos pelo treino a uma simbólica distância de 20 cms.
14 de dezembro de 2011
ainda a propósito
de road movie e coisas bonitas.
Two Lane Blacktop não é uma viagem sentimental e bonitinha como Easy Rider.
É um pedaço de filme como há poucos. No final, a película queima e deixa tudo em aberto. Tal como a borracha dos pneus do Chevy e do El camino que iniciam a corrida.
É só isso que interessa na narrativa.
Vencer ou perder é sentimentalismo impróprio.
música a pedido...
Assimilar a "pop" de Zorn e Yamatsuka e chegar a Change of the Century (1960) de Ornette Coleman.
Pelo caminho realizar um road movie com paragens obrigatórias em caves cheias de fumo e álcool. Atropelar o Pat Metheny dá pontos extra.
Isso sim, é bonito!
11 de dezembro de 2011
7 de dezembro de 2011
R(eprise)IP

Já por aqui passou mas recentes notícias tornam obrigatória uma nova depostagem. “Mixtape Vol. 8″, a coletânea disponivel no site da banda apresenta canções que fazem parte da banda sonora do filme “Simon Werner a Disparu”, de Fabrice Gobert.
Com o eventual fim dos Sonic Youth resta-nos pensar que ainda existirá muito material por editar fruto da longa carreira do grupo.
Depois temos sempre o extraordinário disco de Thurston Moore produzido por Beck. Anti-sónico mas das coisas mais sonóricas que ouvi nos últimos anos.
da loucura de Bowie
olhar/ouvir "all the madmen", ano após ano, é como ver crescer um cogumelo. Uma pessoa alimenta-se, loucamente, da humidade e termina, alucinada, dissecando o cão: Zane, Zane, ouvre le chien.....
Apesar de (a trilogia de) Berlim ser já hoje o que é, eu ainda sou o que pareço.
Apeteceu-me uma filosofia toda aberta....para "all the madmen"
1 de dezembro de 2011
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