22 de dezembro de 2011
15 de dezembro de 2011
modalidade desportiva
Esta manhã, depois de ler esta notícia tomei uma decisão.
Encaminhei-me para uma loja dos chineses e comprei um jogo de setas. Imprimi a fotografia de Nuno Crato e colei-a na parede do quarto do meu filho de 5 anos.
Hoje quando chegar a casa vou iniciar a sua formação.
Defini claros objectivos, plenos de conteúdos, para que no final do ano lectivo o puto consiga enterrar todas as setas nos dois olhos do homem em causa.
Começaremos pelo treino a uma simbólica distância de 20 cms.
14 de dezembro de 2011
ainda a propósito
de road movie e coisas bonitas.
Two Lane Blacktop não é uma viagem sentimental e bonitinha como Easy Rider.
É um pedaço de filme como há poucos. No final, a película queima e deixa tudo em aberto. Tal como a borracha dos pneus do Chevy e do El camino que iniciam a corrida.
É só isso que interessa na narrativa.
Vencer ou perder é sentimentalismo impróprio.
música a pedido...
Assimilar a "pop" de Zorn e Yamatsuka e chegar a Change of the Century (1960) de Ornette Coleman.
Pelo caminho realizar um road movie com paragens obrigatórias em caves cheias de fumo e álcool. Atropelar o Pat Metheny dá pontos extra.
Isso sim, é bonito!
11 de dezembro de 2011
7 de dezembro de 2011
R(eprise)IP

Já por aqui passou mas recentes notícias tornam obrigatória uma nova depostagem. “Mixtape Vol. 8″, a coletânea disponivel no site da banda apresenta canções que fazem parte da banda sonora do filme “Simon Werner a Disparu”, de Fabrice Gobert.
Com o eventual fim dos Sonic Youth resta-nos pensar que ainda existirá muito material por editar fruto da longa carreira do grupo.
Depois temos sempre o extraordinário disco de Thurston Moore produzido por Beck. Anti-sónico mas das coisas mais sonóricas que ouvi nos últimos anos.
da loucura de Bowie
olhar/ouvir "all the madmen", ano após ano, é como ver crescer um cogumelo. Uma pessoa alimenta-se, loucamente, da humidade e termina, alucinada, dissecando o cão: Zane, Zane, ouvre le chien.....
Apesar de (a trilogia de) Berlim ser já hoje o que é, eu ainda sou o que pareço.
Apeteceu-me uma filosofia toda aberta....para "all the madmen"
1 de dezembro de 2011
30 de novembro de 2011
da música não falo
mas garanto-vos que a imaterialidade de Carlos do Carmo não é, de todo, património universal.
dá-me cá uma comichão....
adenda tardia após escuta dos "putos". Música que, aliás, povoou a minha infância: Carlos Cruz, 25 de Abril, Crise, casamento homossexual.
E Assim se coça o que insiste em fazer comichão. Vê-se logo que me tornei num homem, carago!
26 de novembro de 2011
do marketing
há discos que se compram pelas capas e pelos títulos e com um total desconhecimento sobre o seu conteúdo. Assim aconteceu com "The sexual life of the savages". Num entediante fim de semana em Albufeira, onde a Fnac local cumpriu o seu objectivo de roubar o consumidor face ao deserto de oferta cultural local, ficou-se-me colado à mão este cd.
Confesso que durante 4 anos o disco andou a passear no carro e, de quando em vez, era colocado no stereo. Útil para situações em que me apetecia pontapear o patrão ou qualquer colega de trabalho. Tal como a Fnac, o disco cumpria a sua obrigação.
Hoje resolvi transportar o CD cá para casa. Primeira conclusão: a realidade musical nos anos 80 no Brasil foi, incrível. Segunda conclusão: deixem a MPB no carro, por favor.
25 de novembro de 2011
a boa pornografia
tendo em conta que era isto que ouvia quando andava na tropa imaginado os caracóis louros da namorada de 17 anos.... não se estranhe que tenha sido um dos 2, em 200, que chumbaram no curso de sargentos de Vendas Novas.
Acrescente-se que nem ela acabou por me aprovar.
24 de novembro de 2011
fosse a menina dos meus olhos puta e fornicara com as televisões
Música deste tempo
«Menina dos meus olhos»
José Mário Branco (1997)
Fosse a menina dos meus olhos puta
e fornicara com as televisões
as duas novas da greta e da gruta
e as duas velhas pelas mesmas razões
rectangular e omnipresente nesga
que tem pra tudo as melhores soluções
fosse a menina dos meus olhos vesga
logo lhe dera as suas atenções
ai fosses tu menina dos meus olhos
com teus lacinhos e caracóis
a inocência vai nos entrefolhos
e fica a pátria amada em maus lençóis
entram pelas casas sem ser convidados
tempos de antena e outros futebóis
ficaram todos mais bem informados
opinião pública dos o...rinóis
são cus e mamas a dançar de gatas
mailas gravatas dos seus figurões
as euforias ficam mais barata
se domesticam-se as excitações
pobre menina ficas à janela
depenicando as tuas distracções
lavas a loiça fazes a barrela
mas essa merda não cede às pressões
os antropófagos das nossas dores
tomaram conta da aldeia global
fazem milhões a converter horrores
em audiências de telejornal
o insuportável torna-se rotina
e a realidade já é virtual
a dor da gente é inesgotável mina
que lhes rentabiliza o capital
as reportagens e as telenovelas
juntam os trapos pezinhos de lã
com a verdade ali a olhar pra elas
histórias da civilização cristã
já não é sangue o líquido vermelho
que nos reserva o dia de amanhã
e tu menina vais-te vendo ao espelho
e sofres dos dois lados do ecrã
noventa e quatro chegou à cidade
noventa e oito está quase a chegar
fez vinte aninhos a nossa liberdade
já é bem tempo de a desvirginar
e se o dinheiro não dá felicidade
televisões bem a puderam dar
talvez que para manter a sanidade
eu chegue ao ponto de ter que cegar
e a menina dos meus olhos há-de
conseguir ver para além do meu olhar
«José Mário Branco, ao Vivo em 1997», CD2, faixa 3, 1997
22 de novembro de 2011
16 de novembro de 2011
a tolerância
a par de Jazzmatazz de Guru, Pete Rock é o único Hip Hop mastigável. Nem o catálogo da ninja tune me leva ao altar.
Há algo de crú nestas faixas que não cheiram ao suchi que abomino.
8 de novembro de 2011
o terapeuta

Despediu-se ontem o Prof. Pina Prata.
Agora sim posso dizer que nunca mais entenderei a enigmática dedicatória que me escreveu no seu último livro.
Não sei porquê mas só me apetece dizer: ainda bem.
Transcrevo, em baixo, um pequeno excerto dos apontamentos com que nos presenteava antes das suas aulas. Fala do seu violino e das “cordas básicas terapêuticas”.
E assim, também, cantavam as suas cordas pedagógicas.
“Vejo o meu violino, com as suas quatro cordas , tensas sobre o cavalete – sol / re / la / mi – , que, pisadas pelos dedos, à passagem do arco, faziam brotar melodias cuja qualidade dependia das virtualidades de ressonância da madeira e construção do corpo do violino do meu Steiner.”
(...) “As nossas quatro cordas básicas terapêuticas serão as bem timbradas do ouvir-ver, responder, perguntar , sentir; entre si afinadas e com dedilhar ajustado, em combinações de ritmos de espaço tempo, cordas de um violino , cujo ecoar depende do modo como fomos arqueando uma boa caixa de ressonância sócio-afectiva emocional, tirando aqui espessura, ali, criando juntas de segura vibração e , combinando com isto, um bom arco de sedas deslizantes de respeitosa delicadeza de cada movimento, em suficiente tensão, facilitando, com o seu ritmo, o deslizar dos dedos , o saltear dos mesmos , no encontro do ponto harmónico exacto entre as múltiplas cordas.”
Apontamentos para alunos de Pós Graduação - 29 de Abril de 2003
Francisco Xavier Pina Prata
Obrigado.
3 de novembro de 2011
2 de novembro de 2011
31 de outubro de 2011
Suínosoide moods #3
Após prolongada ausência Suínosoide moods regressa. Em modo galináceo, como verão, porque se quer estúpido e madrugador.
Alguma batata frita em faixas recuperadas de antigos vinis. Mas nesta capoeira não há lugar para audiófilos.
Segue a lista:
Baby Face - The Chickens - Thew Muppet Show 2 (Akst, Davis)
Chicken - Cedric Im Brooks
Chicken - Sly & The Family Stone
Chicken (KiKriKiKi) - Miriam Makeba
Chicken Legs - Dub Narcotic Sound System
Chicken Out - Gomez
Chicken Walk - The Jon Spencer Blues Explosion
Chickenshit - John Cale
Chicken Dog - The Jon Spencer Blues Explosion
Psycho Killer - Talking Heads
A Chicken With its Head Cut Off - Magnetic Fields
Chicken Titz - Megapuss
Chicken Killer - The Triffids
Like Irregular Chickens - Kid Koala
Suínosoide moods #3 by bewlay
29 de outubro de 2011
27 de outubro de 2011
19 de outubro de 2011
14 de outubro de 2011
13 de outubro de 2011
murcof is coming to town
Música para quando o frio aparecer. É já no dia 21 de Dezembro no Maria Matos...
Texturas sem texto. Minimal grandioso.
Agora quem diria que para além do moço não ser nórdico ainda é latino?!
6 de outubro de 2011
do mesmo teor ou ainda peor
Morreu Bert Jansch. Pai dos Pentangle. São muitas mortes para um dia só.
Afinal o Inverno está mesmo a aproximar-se.
Afinal o Inverno está mesmo a aproximar-se.
a morte anunciada do espelho que se USA

Os americanos andaram a ver-se ao espelho durante 22 anos. Agora este parágrafo, melhor que ninguém, reflecte a imagem da dura e feia realidade:
"Dentro da Fox, acrescenta o mesmo jornal, há quem acredite que a margem de lucro dispara se não forem produzidos mais episódios, porque os acordos para as reposições estão selados há anos com valores mais baixos que os que podem ser conseguidos actualmente. Assim, no momento em que a 20th Century Fox parar de produzir novos episódios, os contratos negociados expiram. Será o momento para a News Corp. vender os direitos a estações de televisão que paguem valores superiores."
RIP
5 de outubro de 2011
28 de setembro de 2011
de taras que nem chegam a filias
Mais um clássico cheio de tudo. Apetece-me já acender a lareira para aquele fim de semana chuvoso de Outubro na companhia da caixa de DVD´s de Destroy all planets.
Rapid Eye Movement
27 de setembro de 2011
the return of the bad tasted
Não há como resistir. Se é para continuar que seja com mau gosto.
O verdadeiro observador deste blog - aquele que pensa que o entende - deverá ver este video anulando o seu som. Simultaneamente ouça uma qualquer faixa de Yann Tiersen...daquelas onde o acordeão ressoa em Montmartre tal guitarra portuguesa em alfama.
Após esta experiência transcendental poderá dizer que é um habitué do blog bewlay (isto não havendo mesmo mais nada para dizer).
14 de setembro de 2011
só parlapiê
....logo vale a pena.
Vou continuar a tentar. Vou esforçar-me para ser pior. Menos noivo mas mais relacional. Descer não é, necessariamente, pior que subir. Subir, para além do trabalho que dá, é estúpido! Ter uma relação é muito melhor que ser-se noivo de qualquer coisa. Uma relação é algo que tudo permite (hoje até me deparei com o conceito cinematográfico de Vagina Dentata...veja-se a coisa). Este blog odeia noivos... por isso continuará!
Vou continuar a tentar. Vou esforçar-me para ser pior. Menos noivo mas mais relacional. Descer não é, necessariamente, pior que subir. Subir, para além do trabalho que dá, é estúpido! Ter uma relação é muito melhor que ser-se noivo de qualquer coisa. Uma relação é algo que tudo permite (hoje até me deparei com o conceito cinematográfico de Vagina Dentata...veja-se a coisa). Este blog odeia noivos... por isso continuará!
30 de junho de 2011
a mulher na capa deste disco é uma montanha na minha vida

O primeiro disco dos Spain foi como um marco geodésico no cimo de um monte. Entrar na faculdade e encontrar uma escapatória ao grunge nirvanico que se vivia através da subtileza deste disco, foi um pouco como escalar uma montanha e olhar, com gozo, para a forma geométrica da pedra atestando que se chegou ao cume. Eventualmente deixei escapar a visão das paisagens envolventes. Mas que se dane!
Depois, uma noite, na aula magna "they Haunted My Dreams", ou como quem diz transformaram os sonhos em pesadelos.
Mau som, mau disco, má exibição.
Assim ficaram eles, na memória de uma escalada bem sucedida, sucedida por paredes de artificialismo. A verticalidade perdeu o seu marco.
Os anos passaram e surge Blue Moods Of Spain: A History, Pt. 1. Ahhhh... a história é sempre engraçada e, eventualmente, cíclica.
Ao despertar encontro uma outra ascensão : os Spain propões fazer um disco...e pedem contributos compensatórios ao seu investimento. Não vão atingir a meta...mas verdade seja dita aquilo que nos tem oferecido ao longo destes últimos "updates" não tem preço. E tornam mais do que claro que o conceito da kickstarter, que parecia criado para bandas de garagens, afinal é muito mais que isso.
Ouça-se Falling. Nem é preciso um Cobain para nos fazer desviar a atenção para o importante. Tudo bem.... o texto de Haden que nos faz chegar ao link da música é, na realidade, um pouco embaraçoso. Mas coloca questões fundamentais sobre TRABALHO e ARTE. Isso, por si só, devia bastar.
Depois há sempre um vídeo, de uma outra música, para o comodista que não queira ler o texto e, logo de seguida, encontrar o link de Fallig.
e aqui fica o dito cujo:
29 de junho de 2011
19 de junho de 2011
1 de junho de 2011
pepinos charrocos e assassinos

Desde que vi este filme, em adolescente, que não como salada.
Por isso a invasão dos pepinos é-me perfeitamente pacifica.
Já os peixes... vivendo em Setúbal.... assustam-me.
bilal biza!
xanja o que ouver para xanjar
a modos que pegando no último post devo dizer que:
Ouvi hoje, acho que na rádio, que mudança é revolução (ou vice-versa, estava numa rotunda).
Mas há gente que nem sequer ao fim de semana muda: o gordo, no seu sábado ou domingo, não esbelta, o burro não intelectualiza, o intelectual não embrutece… e siga a modinha.
Já eu, esperto no que toca a mudanças, faço questão de tornar dois dias da semana numa verdadeira nódoa na limpeza que é a minha vida. A lixívia destino-a aos pacóvios conservadores a quem nem o fim-de-semana serve para erguer o punho.
eu...a meio da semana!
31 de maio de 2011
broken guitar
Há algo muito para além da paternidade, amizade, ou mesmo sexualidade, neste andar.
Há a solidão neste caminhar, não apenas nas palavras finais, que faz de Walk with me uma das melhores músicas de Neil Young.
Será demasiado ficcional dizer que ele fala, apenas, de uma qualquer "broken guitar"?
23 de maio de 2011
20 de maio de 2011
18 de maio de 2011
sem palavras nem pensamentos
para finalizar o dia dedico-me, a mim e à minha raiva, esta fábula em tom maior (maior que eu ou ela).
move on
Existem, segundo uma análise completamente parcial da qual muito me orgulho, apenas três teorias para analisar o mundo. Duas delas bastante civilizadas:
1ª – Os outros são todos extraordinários e avaliam a realidade em função dos seus, desmesurados, níveis de competência.
2ª – Eu sou um flop e mereço todas as críticas de que sou alvo.
A terceira é algo alienígena:
3ª – Tudo isto não passa de uma leitura da realidade baseada em teorias conspirativas e manias persecutórias.
Face às alternativas, e não sendo o suicídio/homicídio uma opção válida, resta-me get a move on.
Bateson

Gregory Bateson (1904 – 1980), Britânico, Antropólogo, Sociólogo, Linguista e pai da Cibernetica.
Acima de tudo o maior provocador de todos os tempos. Tanto no sentido etimológico da palavra (pro vocare) como no sentido de ser um não alinhado puro.
As minhas vénias ao senhor rock and roll da ciência. Todos precisamos de ídolos!
10 de maio de 2011
de CaLARA ção
apesar de ser público, o blog, não é para todos.
pardais que pousais em estendais.... esperai pelo PUMMMMMMMM!
9 de maio de 2011
4 de maio de 2011
malfamagrifada
o puto, com os seus quatro anos e picos, ao que tudo indica, fez referência aos malfamagrifos da Banda do Casaco frente ao seu professor de música no colégio beto que frequenta.
Segundo Leaks, mais ou menos Wiki, este respondeu que isso é música muito velha.
Pois é...tipo jethro tull tuga anos 70 a dar para os 80...diz o pai orgulhoso ao seu petiz.
Valham-me as coisas que passam, tipo, de geração em geração.
Valham-me os colégios betos povoados de professores que sabem que os malfamagrifos são coisas antigas.
Apesar de tudo o malfamagrifo pai afirma, convictamente, a sua propensão predadora contra expressões malfamagrifadas de teor chupista.
Suínosoide moods #2

Here come the girls - Ernie K. Doe
Baby come back - Jimmy Page, John Paul Jones, John Bonham
She baby - Heavy Trash
She's a hellcat - The Legendary Tiger Man (Feat. Peaches)
I'm gonna kill that woman - Nick Cave & The Bad Seeds
Woman - John Cale
Janine - Soul Coughing
Where did all the girls come from - James Blood Ulmer
Warm beer and cool women - Tom Waits
Women - Lou Reed
So tell the girls I am back in town - Jay Jay Johanson
Femme fatale - John Cale
Women help to create the kind of men they despise - Lambchop
Selfish girl - Zita Swoon
A lady of a certain age - The Divine Comedy
Lady grinning soul - David Bowie
Other woman - Jeff Buckley
Suínosoide moods #2 by bewlay
28 de abril de 2011
cinco dias mais

Mais cinco dias e faz-se história.
Ele era colocar o Paços Coelho e o Sócrates fechados numa sala, a escutar ad continuum Helplessnes Blues, e a Troyka do FMI era enviada directamente para a puta que a pariu.
Apesar das rebeldes considerações contextuais devo dizer que, após a escuta deste segundo álbum dos Fleet Foxes, sou uma pessoa muito melhor.
Valeu a espera: os arranjos vocais permanecem brilhantes, as cordas estão melhores... e há sempre Someone You'd Admire
"After all is said and done I feel the same
All that I hoped would change within me stayed
Like a huddled moon-lit exile on the shore
Warming his hands, a thousand years ago
I walk with others in the yearning to get out
Claw at my skin and gnash their teeth and shout
One of them wants only to be someone you'd admire
One would as soon just throw you on the fire
After all is said and after all is done
God only knows which of them I'll become"
15 de abril de 2011
I've seen horrors... horrors that you've seen
comecei a minha road trip pelo you tube por aqui...
fui seguindo pela coluna da direita, qual explorador britânico em pleno Congo, e acabei aqui.
Insecticida? Já dava, tipo, para matar a peste.
13 de abril de 2011
quando o aqui ao lado merece ao lado estar

A escolha do Fernando Nobre para ser cabeça de lista do PSD pelo círculo eleitoral de Lisboa e, em caso de vitória do partido, indicado para o cargo de presidente da Assembleia da República não é má. É péssima. Voltamos ao mesmo. É uma opção determinada pela fome de ganhar meia dúzia de votos. Os estrategas do PSD pretendem com tão miserável opção captar o voto de certa esquerda arejada - essa que vive em apartamentos de tectos estucados, passa férias em hotéis de charme e lê, com certo despeito, os livros da Agustina. A última coisa que o PSD deve fazer é entrar nesta engrenagem, lançando nomes, mais ou menos mediáticos, para ir buscar um voto ali, outro acolá. Não tarda nada, metem nas listas um homossexual, não pelo seu mérito, mas porque querem chegar ao eleitorado gay. Metem uma qualquer actriz de olhos bonitos, não pelo conhecimento que tenha sobre os assuntos de estado, mas para chegar aos intelectuais diletantes que se passeiam pelos teatros e auditórios. Antes uma Cicciolina, de sorriso imbecil, uma fiada de flores frescas na cabeça, que vá passear as tetas para o parlamento. É um péssimo arranque. É para o seu eleitorado que o PSD se deve voltar e esse quer sinceridade, alguma decência. Ao PSD, se o souber fazer, compete assumir aquilo que é. Sem querer parecer-se com o PS. É altura de mostrar as diferenças e não as semelhanças.
In Ana de Amsterdam
despertar

A notícia não é completamente nova no entanto, nesta tanga de Blog denominado Bewlay Blog, convêm fazer eco dela (ao eco, disfarçadamente, acrescentar um reverb, delay e distortion….em modo de opinião):
Apareceu na net uma espécie de álbum denominado “Toy”, de Bowie, supostamente recusado pelas editoras. Nele encontramos canções dos finais dos anos 60 com cara lavada (por cara lavada entenda-se cirurgia plástica – nip tuck rules!!!!!!!)
No inicio do milénio, imbuído pelo espírito Hethen, acompanhado por amigos do peito (i.e., Carlos Alomar, Sterling Campbell, Lisa Germano, Gerry Leonard, Tony Levin, Mark Plat, Jordan Rudess, The Borneo Horns ( Lenny Pickett, Stan Harrison, Steve Elson), Kristeen Young, Pete Townshend e Dave Grohl), Bowie busca no passado canções perdidas, para os comuns dos mortais, e dá-lhes novas roupas.
A julgar pela limpeza e desinfecção do som temos um olhar revisionista conservador.
Não que, mesmo para quem ansiosamente/teimosamente acredite na virgem Maria, se aguardasse um despertar. Mas a acreditar no que se ouve no disco, e na crença religiosa de Bowie ser um “novo paradigma”, Toy foi recusado não pela editora…mas pelo artista, já que se trata apenas de um mero brinquedo.
11 de abril de 2011
7 de abril de 2011
verão que é mais fresco com ou sem prec
Contos da barbearia em tempos de cortes.
Vejam e ouçam tudo através do serviço público extraordinário dos discos com sono.
31 de março de 2011
ahhhhhhh a título comemorativo do melhor concerto visto este ahhhhhhhhh ano que conto seja destronado no próximo dia 9 mas nunca se sabe ahhhhhhhhhhhh
30 de março de 2011
dos blogues

Ter um blog que dá gozo ler é bom....tendo comentários com qualidade suficiente que dignifique o blog que os pariu... melhor ainda.
Aqui
23 de março de 2011
Suínosoide moods #1 A viagem
Seja pelo contexto político em que vivemos, pelo clima que se aproxima ou por uma permanente vontade em fugir, a linha orientadora do primeiro Suínosoide moods será a viagem.
Fica de fora, propositadamente, Space Oddity. Porque lá se diz tudo o que há a dizer sobre viagens.
Enjoy the ride!
Suínosoide moods #1_A viagem
Travelling light (single version) - Tindersticks
Gasoline Man - The Young Gods
Hit the Road - Neil Young
My Mind Is a Freeway - The Arcade Fire
Og-Ha-Be - Ozric Tentacles
Crossroad Metamorphosis - Hayvanlar Alemi
Autobahn (Single Version) - Kraftwerk
This Road Is Long - Stuart Staples
I'm On My Way - Yo La Tengo
One Advice, Space - Tom Barman & Guy van Nueten
Low Gravity - The Acorn
This Place is a Prison - The Postal Service
Sound of Someone You Love Who's Going Away and It Doesn't Matter - The Penguin Cafe Orchestra
Suínosoide moods #1 by bewlay
suínosoide moods
Mensalmente,sem grande higienização, será disponibilizada cerca de uma hora de música cujo lema principal será: se queres ver o teu corpo mata o teu porco.
Os direitos quase nunca são dos autores mas sim dos tubarões que os rodeiam. Por isso façam favor de fazer o download dos ficheiros ...pesca radical é sinónimo de adrenalina e muito alimento.
Será conceptual quanto baste para que exista um qualquer fio condutor. No entanto é fundamental que quem ouça suínosoide moods se sinta perdido aqui e acolá.
Em breve o primeiro runhido.
22 de março de 2011
11 de março de 2011
2 de março de 2011
do verão e da tonicidade
ponta de escuta

Intitulada “Mixtape Vol. 8″, a coletânea disponivel no site da banda apresenta canções que fazem parte da banda sonora do filme “Simon Werner a Disparu”, de Fabrice Gobert.
podem, ainda, ouvir-se demos do álbum “Daydream nation”, de 1988.
com pulso ivo !
25 de fevereiro de 2011
tão cru, mas tão cru, que só apetece comer e deixar o sangue escorrer pelo canto da boca
Tonight T.v. Show, Usa, 5 September 1980
rata sistémica
23 de fevereiro de 2011
22 de fevereiro de 2011
21 de fevereiro de 2011
19 de fevereiro de 2011
14 de fevereiro de 2011
11 de fevereiro de 2011
L'enfance rouge fermentado
O dia em que o padeiro descobre que se tem esquecido do fermento... é mais ou menos o que sinto ao descobrir este fenómeno que são os L'enfance rouge.
9 de fevereiro de 2011
overboard sound for bewlay code
Sem querer roubar a fiel clientela do opus sound (numa nova casa) verto sobre o manto digital um sonoro que irá lá parar mais cedo ou mais tarde. Coisa bela...digo eu. Se não aparecer por lá uma critica indicando-me o caminho...farei greve nas minhas incursões.
8 de fevereiro de 2011
parvalhões
4 de fevereiro de 2011
2 de fevereiro de 2011
contemporary Turkish improv-psych-folk-rock freakouts!

Caso se pensasse que o lugar da farinha não é na padaria.
Psicadelismo vindo da Turquia e altruísta. Com 3 álbuns à borla.
22 de janeiro de 2011
13 de janeiro de 2011
modernismos
12 de janeiro de 2011
no meu tempo era assim
Manual de instruções para crimes banais, Man bites dog ou C'est arrivé près de chez vous no original.
Um filme de Rémy Belvaux e André Bonzel que mudou, para mim, a forma de ver cinema.
Na memória o humor negro do filme é quase indelével: já as fronteiras do cinema morreram no dia em que o vi.
Tinha 20 anos é verdade.
11 de janeiro de 2011
da vida e da morte
Enquanto hipopótamos cor de rosa perdem a vida em remakes pérfidos do império dos sentidos, gente há que renasce: Shane Macgowan em Titus Andronicus e Marvin Gaye em Aloe Blacc. Pois é a vida...e a morte!
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