11 de fevereiro de 2011
L'enfance rouge fermentado
O dia em que o padeiro descobre que se tem esquecido do fermento... é mais ou menos o que sinto ao descobrir este fenómeno que são os L'enfance rouge.
9 de fevereiro de 2011
overboard sound for bewlay code
Sem querer roubar a fiel clientela do opus sound (numa nova casa) verto sobre o manto digital um sonoro que irá lá parar mais cedo ou mais tarde. Coisa bela...digo eu. Se não aparecer por lá uma critica indicando-me o caminho...farei greve nas minhas incursões.
8 de fevereiro de 2011
parvalhões
4 de fevereiro de 2011
2 de fevereiro de 2011
contemporary Turkish improv-psych-folk-rock freakouts!

Caso se pensasse que o lugar da farinha não é na padaria.
Psicadelismo vindo da Turquia e altruísta. Com 3 álbuns à borla.
22 de janeiro de 2011
13 de janeiro de 2011
modernismos
12 de janeiro de 2011
no meu tempo era assim
Manual de instruções para crimes banais, Man bites dog ou C'est arrivé près de chez vous no original.
Um filme de Rémy Belvaux e André Bonzel que mudou, para mim, a forma de ver cinema.
Na memória o humor negro do filme é quase indelével: já as fronteiras do cinema morreram no dia em que o vi.
Tinha 20 anos é verdade.
11 de janeiro de 2011
da vida e da morte
Enquanto hipopótamos cor de rosa perdem a vida em remakes pérfidos do império dos sentidos, gente há que renasce: Shane Macgowan em Titus Andronicus e Marvin Gaye em Aloe Blacc. Pois é a vida...e a morte!
22 de dezembro de 2010
peúgas fedorentas na chaminé

ir buscar a prenda (vulgo presente)
fazer download das faixas flac...e transformar tudo num cd. Depois carregar no play e pensar em mim (ok...no menino jesus também).
demasiado trabalho?
Vai já à Fnac às compras: Spain...the blue moods.
Boas entradas (que o detector não apite)!
10 de dezembro de 2010
presidenciais nada alegres
Aqueles que me conhecem um pouco, ou que me viram de relance pelo menos uma vez na vida, conhecem também todos os anticorpos que percorrem o meu corpo face aos políticos (…e não me venham com aquele argumento de que cagar é um acto politico…tentando, assim, destruir esta bela doutrina que cimenta todo o meu percurso de vida…já não tenho 16 anos).
Mas na categoria de alimento de anticorpos existem dois sub produtos que me causam ainda mais aumento de temperatura, a saber: filósofos que andam com gajas boas e políticos de carreira que se julgam poetas.
Sobre estes últimos li, recentemente, as extraordinárias declarações do palhaço alegre: “arrastar os jovens para a rebeldia face à precariedade laboral e incerteza sobre o futuro”. E não é que assenti às suas declarações. Disse-o para mim…isto de facto só vai lá com rebeldia. O verbo "arrastar" poderá ser controverso, mas um candidato a PR incentivar à rebelião!? Promete.
Depois sentei e pensei: mas onde é que ele tem andado estes últimos 30 anos? Escondido? A recibos verdes? Tem andado a ser ARRASTADO para o silêncio? Acordou ?
Assim voltei a mim gritando: Ó MEU PALHAÇO VAI CAGAR!
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