14 de fevereiro de 2011

11 de fevereiro de 2011

L'enfance rouge fermentado



O dia em que o padeiro descobre que se tem esquecido do fermento... é mais ou menos o que sinto ao descobrir este fenómeno que são os L'enfance rouge.

descobertas perturbadoras

9 de fevereiro de 2011

overboard sound for bewlay code



Sem querer roubar a fiel clientela do opus sound (numa nova casa) verto sobre o manto digital um sonoro que irá lá parar mais cedo ou mais tarde. Coisa bela...digo eu. Se não aparecer por lá uma critica indicando-me o caminho...farei greve nas minhas incursões.

8 de fevereiro de 2011

o menino dança?

e comer pipocas no cinema ãh!?



Noticias do caralho!

parvalhões



não fazendo juízos sobre o trabalho dos Deolinda devo dizer que aqueles que os comparam ao José Afonso são, extremamente, parvos!

Ler aqui, aqui, aqui

até podia ser só bonito...mas é algo mais.

2 de fevereiro de 2011

contemporary Turkish improv-psych-folk-rock freakouts!



Caso se pensasse que o lugar da farinha não é na padaria.

Psicadelismo vindo da Turquia e altruísta. Com 3 álbuns à borla.

13 de janeiro de 2011

modernismos



O Rui, a quem envio um abraço, nos finais dos anos oitenta confundia a ganza com o chamom por causa do charro. Será que hoje confunde o Facebook com o Twitter por causa do Orkut?

ui ca bom


“Quero uma democracia toda aberta”?

É verdade, é a chamada inclusão.


Manuel João Vieira

12 de janeiro de 2011

no meu tempo era assim



Manual de instruções para crimes banais, Man bites dog ou C'est arrivé près de chez vous no original.

Um filme de Rémy Belvaux e André Bonzel que mudou, para mim, a forma de ver cinema.

Na memória o humor negro do filme é quase indelével: já as fronteiras do cinema morreram no dia em que o vi.

Tinha 20 anos é verdade.

prémio da verdade




Retirado de Abbatoir Blues

11 de janeiro de 2011

da vida e da morte






Enquanto hipopótamos cor de rosa perdem a vida em remakes pérfidos do império dos sentidos, gente há que renasce: Shane Macgowan em Titus Andronicus e Marvin Gaye em Aloe Blacc. Pois é a vida...e a morte!