31 de maio de 2011
broken guitar
Há algo muito para além da paternidade, amizade, ou mesmo sexualidade, neste andar.
Há a solidão neste caminhar, não apenas nas palavras finais, que faz de Walk with me uma das melhores músicas de Neil Young.
Será demasiado ficcional dizer que ele fala, apenas, de uma qualquer "broken guitar"?
23 de maio de 2011
20 de maio de 2011
18 de maio de 2011
sem palavras nem pensamentos
para finalizar o dia dedico-me, a mim e à minha raiva, esta fábula em tom maior (maior que eu ou ela).
move on
Existem, segundo uma análise completamente parcial da qual muito me orgulho, apenas três teorias para analisar o mundo. Duas delas bastante civilizadas:
1ª – Os outros são todos extraordinários e avaliam a realidade em função dos seus, desmesurados, níveis de competência.
2ª – Eu sou um flop e mereço todas as críticas de que sou alvo.
A terceira é algo alienígena:
3ª – Tudo isto não passa de uma leitura da realidade baseada em teorias conspirativas e manias persecutórias.
Face às alternativas, e não sendo o suicídio/homicídio uma opção válida, resta-me get a move on.
Bateson

Gregory Bateson (1904 – 1980), Britânico, Antropólogo, Sociólogo, Linguista e pai da Cibernetica.
Acima de tudo o maior provocador de todos os tempos. Tanto no sentido etimológico da palavra (pro vocare) como no sentido de ser um não alinhado puro.
As minhas vénias ao senhor rock and roll da ciência. Todos precisamos de ídolos!
10 de maio de 2011
de CaLARA ção
apesar de ser público, o blog, não é para todos.
pardais que pousais em estendais.... esperai pelo PUMMMMMMMM!
9 de maio de 2011
4 de maio de 2011
malfamagrifada
o puto, com os seus quatro anos e picos, ao que tudo indica, fez referência aos malfamagrifos da Banda do Casaco frente ao seu professor de música no colégio beto que frequenta.
Segundo Leaks, mais ou menos Wiki, este respondeu que isso é música muito velha.
Pois é...tipo jethro tull tuga anos 70 a dar para os 80...diz o pai orgulhoso ao seu petiz.
Valham-me as coisas que passam, tipo, de geração em geração.
Valham-me os colégios betos povoados de professores que sabem que os malfamagrifos são coisas antigas.
Apesar de tudo o malfamagrifo pai afirma, convictamente, a sua propensão predadora contra expressões malfamagrifadas de teor chupista.
Suínosoide moods #2

Here come the girls - Ernie K. Doe
Baby come back - Jimmy Page, John Paul Jones, John Bonham
She baby - Heavy Trash
She's a hellcat - The Legendary Tiger Man (Feat. Peaches)
I'm gonna kill that woman - Nick Cave & The Bad Seeds
Woman - John Cale
Janine - Soul Coughing
Where did all the girls come from - James Blood Ulmer
Warm beer and cool women - Tom Waits
Women - Lou Reed
So tell the girls I am back in town - Jay Jay Johanson
Femme fatale - John Cale
Women help to create the kind of men they despise - Lambchop
Selfish girl - Zita Swoon
A lady of a certain age - The Divine Comedy
Lady grinning soul - David Bowie
Other woman - Jeff Buckley
Suínosoide moods #2 by bewlay
28 de abril de 2011
cinco dias mais

Mais cinco dias e faz-se história.
Ele era colocar o Paços Coelho e o Sócrates fechados numa sala, a escutar ad continuum Helplessnes Blues, e a Troyka do FMI era enviada directamente para a puta que a pariu.
Apesar das rebeldes considerações contextuais devo dizer que, após a escuta deste segundo álbum dos Fleet Foxes, sou uma pessoa muito melhor.
Valeu a espera: os arranjos vocais permanecem brilhantes, as cordas estão melhores... e há sempre Someone You'd Admire
"After all is said and done I feel the same
All that I hoped would change within me stayed
Like a huddled moon-lit exile on the shore
Warming his hands, a thousand years ago
I walk with others in the yearning to get out
Claw at my skin and gnash their teeth and shout
One of them wants only to be someone you'd admire
One would as soon just throw you on the fire
After all is said and after all is done
God only knows which of them I'll become"
15 de abril de 2011
I've seen horrors... horrors that you've seen
comecei a minha road trip pelo you tube por aqui...
fui seguindo pela coluna da direita, qual explorador britânico em pleno Congo, e acabei aqui.
Insecticida? Já dava, tipo, para matar a peste.
13 de abril de 2011
quando o aqui ao lado merece ao lado estar

A escolha do Fernando Nobre para ser cabeça de lista do PSD pelo círculo eleitoral de Lisboa e, em caso de vitória do partido, indicado para o cargo de presidente da Assembleia da República não é má. É péssima. Voltamos ao mesmo. É uma opção determinada pela fome de ganhar meia dúzia de votos. Os estrategas do PSD pretendem com tão miserável opção captar o voto de certa esquerda arejada - essa que vive em apartamentos de tectos estucados, passa férias em hotéis de charme e lê, com certo despeito, os livros da Agustina. A última coisa que o PSD deve fazer é entrar nesta engrenagem, lançando nomes, mais ou menos mediáticos, para ir buscar um voto ali, outro acolá. Não tarda nada, metem nas listas um homossexual, não pelo seu mérito, mas porque querem chegar ao eleitorado gay. Metem uma qualquer actriz de olhos bonitos, não pelo conhecimento que tenha sobre os assuntos de estado, mas para chegar aos intelectuais diletantes que se passeiam pelos teatros e auditórios. Antes uma Cicciolina, de sorriso imbecil, uma fiada de flores frescas na cabeça, que vá passear as tetas para o parlamento. É um péssimo arranque. É para o seu eleitorado que o PSD se deve voltar e esse quer sinceridade, alguma decência. Ao PSD, se o souber fazer, compete assumir aquilo que é. Sem querer parecer-se com o PS. É altura de mostrar as diferenças e não as semelhanças.
In Ana de Amsterdam
despertar

A notícia não é completamente nova no entanto, nesta tanga de Blog denominado Bewlay Blog, convêm fazer eco dela (ao eco, disfarçadamente, acrescentar um reverb, delay e distortion….em modo de opinião):
Apareceu na net uma espécie de álbum denominado “Toy”, de Bowie, supostamente recusado pelas editoras. Nele encontramos canções dos finais dos anos 60 com cara lavada (por cara lavada entenda-se cirurgia plástica – nip tuck rules!!!!!!!)
No inicio do milénio, imbuído pelo espírito Hethen, acompanhado por amigos do peito (i.e., Carlos Alomar, Sterling Campbell, Lisa Germano, Gerry Leonard, Tony Levin, Mark Plat, Jordan Rudess, The Borneo Horns ( Lenny Pickett, Stan Harrison, Steve Elson), Kristeen Young, Pete Townshend e Dave Grohl), Bowie busca no passado canções perdidas, para os comuns dos mortais, e dá-lhes novas roupas.
A julgar pela limpeza e desinfecção do som temos um olhar revisionista conservador.
Não que, mesmo para quem ansiosamente/teimosamente acredite na virgem Maria, se aguardasse um despertar. Mas a acreditar no que se ouve no disco, e na crença religiosa de Bowie ser um “novo paradigma”, Toy foi recusado não pela editora…mas pelo artista, já que se trata apenas de um mero brinquedo.
11 de abril de 2011
7 de abril de 2011
verão que é mais fresco com ou sem prec
Contos da barbearia em tempos de cortes.
Vejam e ouçam tudo através do serviço público extraordinário dos discos com sono.
31 de março de 2011
ahhhhhhh a título comemorativo do melhor concerto visto este ahhhhhhhhh ano que conto seja destronado no próximo dia 9 mas nunca se sabe ahhhhhhhhhhhh
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