28 de setembro de 2011
de taras que nem chegam a filias
Mais um clássico cheio de tudo. Apetece-me já acender a lareira para aquele fim de semana chuvoso de Outubro na companhia da caixa de DVD´s de Destroy all planets.
Rapid Eye Movement
27 de setembro de 2011
the return of the bad tasted
Não há como resistir. Se é para continuar que seja com mau gosto.
O verdadeiro observador deste blog - aquele que pensa que o entende - deverá ver este video anulando o seu som. Simultaneamente ouça uma qualquer faixa de Yann Tiersen...daquelas onde o acordeão ressoa em Montmartre tal guitarra portuguesa em alfama.
Após esta experiência transcendental poderá dizer que é um habitué do blog bewlay (isto não havendo mesmo mais nada para dizer).
14 de setembro de 2011
só parlapiê
....logo vale a pena.
Vou continuar a tentar. Vou esforçar-me para ser pior. Menos noivo mas mais relacional. Descer não é, necessariamente, pior que subir. Subir, para além do trabalho que dá, é estúpido! Ter uma relação é muito melhor que ser-se noivo de qualquer coisa. Uma relação é algo que tudo permite (hoje até me deparei com o conceito cinematográfico de Vagina Dentata...veja-se a coisa). Este blog odeia noivos... por isso continuará!
Vou continuar a tentar. Vou esforçar-me para ser pior. Menos noivo mas mais relacional. Descer não é, necessariamente, pior que subir. Subir, para além do trabalho que dá, é estúpido! Ter uma relação é muito melhor que ser-se noivo de qualquer coisa. Uma relação é algo que tudo permite (hoje até me deparei com o conceito cinematográfico de Vagina Dentata...veja-se a coisa). Este blog odeia noivos... por isso continuará!
30 de junho de 2011
a mulher na capa deste disco é uma montanha na minha vida

O primeiro disco dos Spain foi como um marco geodésico no cimo de um monte. Entrar na faculdade e encontrar uma escapatória ao grunge nirvanico que se vivia através da subtileza deste disco, foi um pouco como escalar uma montanha e olhar, com gozo, para a forma geométrica da pedra atestando que se chegou ao cume. Eventualmente deixei escapar a visão das paisagens envolventes. Mas que se dane!
Depois, uma noite, na aula magna "they Haunted My Dreams", ou como quem diz transformaram os sonhos em pesadelos.
Mau som, mau disco, má exibição.
Assim ficaram eles, na memória de uma escalada bem sucedida, sucedida por paredes de artificialismo. A verticalidade perdeu o seu marco.
Os anos passaram e surge Blue Moods Of Spain: A History, Pt. 1. Ahhhh... a história é sempre engraçada e, eventualmente, cíclica.
Ao despertar encontro uma outra ascensão : os Spain propões fazer um disco...e pedem contributos compensatórios ao seu investimento. Não vão atingir a meta...mas verdade seja dita aquilo que nos tem oferecido ao longo destes últimos "updates" não tem preço. E tornam mais do que claro que o conceito da kickstarter, que parecia criado para bandas de garagens, afinal é muito mais que isso.
Ouça-se Falling. Nem é preciso um Cobain para nos fazer desviar a atenção para o importante. Tudo bem.... o texto de Haden que nos faz chegar ao link da música é, na realidade, um pouco embaraçoso. Mas coloca questões fundamentais sobre TRABALHO e ARTE. Isso, por si só, devia bastar.
Depois há sempre um vídeo, de uma outra música, para o comodista que não queira ler o texto e, logo de seguida, encontrar o link de Fallig.
e aqui fica o dito cujo:
29 de junho de 2011
19 de junho de 2011
1 de junho de 2011
pepinos charrocos e assassinos

Desde que vi este filme, em adolescente, que não como salada.
Por isso a invasão dos pepinos é-me perfeitamente pacifica.
Já os peixes... vivendo em Setúbal.... assustam-me.
bilal biza!
xanja o que ouver para xanjar
a modos que pegando no último post devo dizer que:
Ouvi hoje, acho que na rádio, que mudança é revolução (ou vice-versa, estava numa rotunda).
Mas há gente que nem sequer ao fim de semana muda: o gordo, no seu sábado ou domingo, não esbelta, o burro não intelectualiza, o intelectual não embrutece… e siga a modinha.
Já eu, esperto no que toca a mudanças, faço questão de tornar dois dias da semana numa verdadeira nódoa na limpeza que é a minha vida. A lixívia destino-a aos pacóvios conservadores a quem nem o fim-de-semana serve para erguer o punho.
eu...a meio da semana!
31 de maio de 2011
broken guitar
Há algo muito para além da paternidade, amizade, ou mesmo sexualidade, neste andar.
Há a solidão neste caminhar, não apenas nas palavras finais, que faz de Walk with me uma das melhores músicas de Neil Young.
Será demasiado ficcional dizer que ele fala, apenas, de uma qualquer "broken guitar"?
23 de maio de 2011
20 de maio de 2011
18 de maio de 2011
sem palavras nem pensamentos
para finalizar o dia dedico-me, a mim e à minha raiva, esta fábula em tom maior (maior que eu ou ela).
move on
Existem, segundo uma análise completamente parcial da qual muito me orgulho, apenas três teorias para analisar o mundo. Duas delas bastante civilizadas:
1ª – Os outros são todos extraordinários e avaliam a realidade em função dos seus, desmesurados, níveis de competência.
2ª – Eu sou um flop e mereço todas as críticas de que sou alvo.
A terceira é algo alienígena:
3ª – Tudo isto não passa de uma leitura da realidade baseada em teorias conspirativas e manias persecutórias.
Face às alternativas, e não sendo o suicídio/homicídio uma opção válida, resta-me get a move on.
Bateson

Gregory Bateson (1904 – 1980), Britânico, Antropólogo, Sociólogo, Linguista e pai da Cibernetica.
Acima de tudo o maior provocador de todos os tempos. Tanto no sentido etimológico da palavra (pro vocare) como no sentido de ser um não alinhado puro.
As minhas vénias ao senhor rock and roll da ciência. Todos precisamos de ídolos!
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