27 de fevereiro de 2012

também há electricidade em CSNY




Crosby, Stills, Nash & Young
Wembley Stadium, London, 1974-09-14
Photo de smartsetpix | Flickr

14 de fevereiro de 2012

um estado novo




Vale a pena seguir esta nova publicação.

Sir Valentim

"Get Up, Stand Up: The audience inside Staples Center seemed unsure of when to stand up and sit down all night. The minute Paul McCartney appeared onstage, all that uncertainty disappeared."

Estranho encontrar isto no blog do Sir McCartney... não parece nada dele.

Valham-nos as imagens de rara beleza e sensibilidade.

facilitismo

9 de fevereiro de 2012

erro Crato de Xufre


Quando se faz mal....deve-se sempre fazer muito.

durante 38 minutos eu quero é que a crise se foda


Não há a miníma possibilidade de fazer qualquer coisa que não escutar este streaming.

E sonhar, durante a noite, sobre o seu significado.

Cortez the Killer, lá para os 19 minutos, ganha forma. Pode-se dizer que até Franco, em Espanha, não teria censurado esta música se conhecesse esta versão.

1 de fevereiro de 2012

freguês.... vai um de 3!?




vou ouvir...talvez nem goste. Mas é grátis.


e já agora... estou a começar a mover-me para ocidente:

14 de janeiro de 2012

o tony de matos que há em mim



se há algo que me faça sentir romântico é, sem sombra de dúvida, Pam Grier.

13 de janeiro de 2012

ouvendo




olhando com muita atenção consegue-se ouvir.


ex - "Cotton Picking In the Sunny South" Postal de 1908

12 de janeiro de 2012

Ifink



A Ninja Tune adaptou-se aos tempos?

Fink é nome oculto...ou pelo menos vive em algumas sombras. Senão veja-se: produz as primeiras Demos de Amy Winehouse... mas é enquanto Dj residente do catálogo da Ninja Tune (nos tempos em que fazia sentido ser-se DJ...e pertencer à editora em causa) que cria nome global (entenda-se global electrónico).

Mas eis que a tonalidade electrónica se desenvolve enquanto contexto... e a narrativa passa a ficar a cargo do coerente dedilhar na guitarra acústica. Eis que a casa mãe, mãe do que melhor se fez na electrónica nos anos 90, abraça o seu filho.

Eis que é divulgada a sua presença a 2 de Março no Musicbox. Ipod Ifink..

9 de janeiro de 2012

Rir é definitivamente o caminho




Chame-se fetiche mas não consigo ouvir SMILE sem ser em vinyl. A sinfonia adolescente a Deus, como lhe chamou Brian Wilson, ficou 37 anos na gaveta e as cassetes piratas que circulavam não brilhavam.

Depois, em 2004, a versão de autor ganha vida e assombra. Mesmo para quem, como no meu caso, não viva intensamente a obra dos Beach Boys este deverá ser considerado o disco - a obra prima de todos os tempos. Ouvido em suporte analógico consegue-se tocar e sentir a perfeição. E até aqui tudo bem. Mas...

Eis que em 2011 aparece The Smile Sessions. Dois discos (cinco na versão Deluxe) onde vemos a obra a ser construída. Sentimos a inspiração e cheiramos a transpiração. Há lá de tudo: os andaimes estruturantes e o detalhe imperceptível na obra finalizada. Está lá o processo criativo mas não é um disco para técnicos. Toda a música inacabada....dos imensos extras.... é uma ode completa.

Não faço ideia se existe edição em vinyl....espero que não porque abomino o fim.

8 de janeiro de 2012

15 de dezembro de 2011

há paredes sempre de pé


Uncut nas bancas.

modalidade desportiva



Esta manhã, depois de ler esta notícia tomei uma decisão.
Encaminhei-me para uma loja dos chineses e comprei um jogo de setas. Imprimi a fotografia de Nuno Crato e colei-a na parede do quarto do meu filho de 5 anos.
Hoje quando chegar a casa vou iniciar a sua formação.
Defini claros objectivos, plenos de conteúdos, para que no final do ano lectivo o puto consiga enterrar todas as setas nos dois olhos do homem em causa.
Começaremos pelo treino a uma simbólica distância de 20 cms.

14 de dezembro de 2011

ainda a propósito



de road movie e coisas bonitas.

Two Lane Blacktop não é uma viagem sentimental e bonitinha como Easy Rider.

É um pedaço de filme como há poucos. No final, a película queima e deixa tudo em aberto. Tal como a borracha dos pneus do Chevy e do El camino que iniciam a corrida.

É só isso que interessa na narrativa.

Vencer ou perder é sentimentalismo impróprio.

música a pedido...



Assimilar a "pop" de Zorn e Yamatsuka e chegar a Change of the Century (1960) de Ornette Coleman.
Pelo caminho realizar um road movie com paragens obrigatórias em caves cheias de fumo e álcool. Atropelar o Pat Metheny dá pontos extra.

Isso sim, é bonito!