21 de abril de 2017

afirma cão

já disse que gosto de trocadilhos?

20 de abril de 2017

Trendy

não sou, nunca fui....e garanto nunca serei.

Como dizia o outro (um conhecido intelectual após uma resma de minis):
Se forem da minha opinião mudo-a logo.

Se não me falha a memória chama-se Paulo e é um tipo impecável. Pena ganhar pouco....

Usa barba por desleixo... e tem as calças de ganga rotas por via do uso.

Um hipster, pois está.

Só não usa bicicleta para o trabalho porque poucas vezes o tem e é muito mais barato usar o Megane que comprou em segunda mão.

Caso contrário até pedalava até lá com a mala das ferramentas em modo attachment. Viu no ipad do sobrinho que até dava.







Prazer condenável

As vezes que votei contam-se pelos dedos de uma mão. Tenho 44 feitos no único dia do ano em que já nem a sinceridade impera (1 de abril). Palhaço de Deus.

Votei MRPP, Coelho da Madeira e Manuel João, No fundo qualquer tipo anti sistema que apareça a pedir a cruz. Nunca votei PCP (demasiado conservador), Bloco (demasiado esquerda holista mindfulness e hipster) e PS e PSD porque não sou sobrinho de ninguém. O PSR sacaneou-me nos idos tempos da luta anti militarismo e tropa obrigatória e ganhou uma cruz. Faltou meia dúzia na altura para eleger um deputado. Ainda foram ali para o lado de Belas fazer uns fretes a ver se conseguiam o tão desejado resultado.
  
Não é que me arrependa de nada. Não acho é Garcia nenhuma. A Louçã que compro hoje em dia não combina com as Pereiras.

Viva o benfica.



16 de abril de 2017

Sobre o Facebook

Dizia o Nobel da Literatura em 85


 "Someday maybe I'll remember to forget"



 

lembrete

Durante a Páscoa injectar nas veias Maggot Brain enquanto escuto o woyaya dos Osibisa para limpar o prog branco que me corre nas veias.

Pudor

Os jethro tull podem ser um pimba sofisticado mas eu não resisto nem um pouco. Gosto daquelas bufas... que hei-de fazer!?

Imagética

É mau gostar de alguns dos King Crimson não só pela música mas porque as capas me fazem lembrar cabrito à padeiro? Lizard... vá-se lá saber porquê.

14 de abril de 2017

LX hoje

Há coisas que em Lisboa não mudam por muito que se tente: antigamente era o lixo agora são os turistas. Existe um prazer muito semelhante ao de dar pontapés em latas de cerveja vazias: pontapear na boca bifes que esmifram a minha cidade. Valham-se-me as articulações. Porquê, perguntam-se? Porque estão em demasiado do meu caminho, tal como as latas em tempos idos. Transformar uma cidade num parque temático só é bom se tiver a utopia do Aldous Huxley como tema e os habitantes forem figurantes muito bem pagos com uns ipod a dar em contínuo qualquer coisa da ECM (saudosa Dargil que deves estar transformada uma padaria portuguesa). Se é para fazer de pato donald puta que vos pariu. Hoje fui comprar discos à baixa.... como se deve perceber. Coisas de Nova York... que sou puta fina. Demorei uma eternidade a chegar à Calçada do Duque...e acreditem que chegar a casa é um eufemismo. Se fui de carro quando devia ter ido de transportes públicos? Não. Fui de Air B&B e estou abarrotar de caldo verde e gin aromatizado com zimbro da sibéria. Foda-se mais o novo fado!

28 de junho de 2016

Presas Fáceis

Esta quinta feira com o Público. A não perder.

22 de abril de 2016

24 de junho de 2014

orgulho hipster


....a propósito de uma experiência, quase religiosa, vivida com os Swans na Aula Magna faz uns anos.

Dos bons chicotes há tanto para dizer. E sobre isso tão poucos amigos e plataformas para o fazer (tempo das redes sociais, o tanas!). Herman Melville, Cervantes e Neil Gaiman continuam a ser os meus cisnes negros.E depois passa-se por isto, musicalmente ou literariamente, e tudo soa a experiência religiosa. Logo eu, ateu. Desconfio, cada vez mais, da fé dos outros. Creio, cada vez mais, na minha experiência. E por isso os dias passam e eu ouço e leio cada vez mais. É fé ou urgência? 50 minutos como os que se seguem fazem-me crer que existi mais 50 minutos. Isso não só me basta como me ultrapassa. Mas, no íntimo, tenho dúvidas se é suficiente. Se amanhã o clarinete, que aqui escala o rift repetitivo da guitarra no fim, ecoará nos meus ouvidos ao acordar. Espero que sim... e que se faça transportar com uma dor de cabeça insuportável. Só assim consigo transformar a minha experiência em algo inolvidável. Só assim os 50 minutos se transformam em algo, realmente, religioso/doloroso. Mais dia, menos dia, converto-me. Aceito a dor como marco da experiência em oposição ao prazer balofo e sem sentido. E isto não tem nada de mau nem de fanático. É só desejo de experiência, logo prazer, ao fim ao cabo. E 50 minutos nunca serão nem mais, nem menos, que 50 filhos da puta de minutos. Restam as cicatrizes. Essas, sim, são para a vida. Uns convivem com elas.... outros nem tanto. Eu sou louco ao ponto de as desejar. Por isso ouço Swans, leio Sandman, Moby Dick e Quixote. O carinho que nutro por el ingenioso hidalgo Don Quixote de La Mancha e o seu alguidar na cabeça diz quase tudo sobre mim: não há fé sem experiência, nem experiência sem uma boa dose de cicatrizes e loucura.
 

2 de fevereiro de 2014

Sondagem !?

e afinal para que serve esta blog? É mais que tempo de lhe estoirar os miolos, não!?

sobre amanhã

Tenho a porra de um hemograma. Odeio números e matemáticas, é sabido. Mas aquela folha de papel é mais do que uma compilação de números. É a filha da puta de uma qualidade virtual de vida.

15 de dezembro de 2013

beija flor !?

Crtl v / Ctrl c

o gozo e a transcendência gostam de virar costas um ao outro. Certo! Mas não me lixem com as vossas poesias: as melhores quecas são as difíceis. Dialéctica hegueliana e dinamismo freudiano.... o olho do cú! Na minha perspectiva, está claro.