10 de fevereiro de 2010
Neil Young, Topanga 1968
Down By The River, ou: não é fácil o amor, melhor seria cortar um braço...fazê-lo voar
Down By The River, Neil Young with Crazy Horse – do album Everybody Knows This Is Nowhere, retirado de Neil Young Archives, Vol. 1
9 de fevereiro de 2010
19 de janeiro de 2010
Salif Keita Vs Toy Migas
Entre o Salif Keita e o Toy há diferenças...é verdade.
Quais são elas?
Não é o ritmo, melodia ou mensagem.
É mesmo a música.
7 de dezembro de 2009
Via Verde
30 de novembro de 2009
Duul!?
Resolvi espreitar o baú: descobri um dos discos que comprei com o meu primeiro salário. Ouvia-o, antes de o ter, desde os meus 14 anos. Benesses de ter tido um vizinho com uma quase Harley que viajava mundo. Ao "mergulhar" novamente nele é impossível não me questionar sobre o futuro de um pai de família.
Não sou estranho por o ter ouvido...sou-o por o buscar agora e fazer-me mais sentido hoje que ontem.
10 de novembro de 2009
Planos
Quem a adopta??????
Porra!
Algum homossexual?
Que seja... eu defendo a vossa causa. Prestem um serviço público por favor.
Algum homossexual?
Que seja... eu defendo a vossa causa. Prestem um serviço público por favor.
São Bonecos ....senhor.

Anda por aí tanto filho da puta preocupado com o casamento homossexual e consequente adopção de crianças....que fico arreliado. Então esses cabrões preferem dedicar a sua militância politica a estas causas quando os Armandos Varas e os Dias Loureiros(eventualmente)ROUBAM recursos essenciais ao verdadeiro desenvolvimento de centenas de crianças (via distribuição de recursos de um Estado de Providência supostamente justo)?
Preferem ver as crianças educadas sob o paradigma pedagógico-rebanho em centros de salsichas educativas?
Foda-se... que sentido de prioridades!
22 de outubro de 2009
Generation Ass
"You can kiss your ass goodbye"
Datado e Morfologicamente hilariante.
Sun Ra interpretado por Yo La Tengo
Novas Oportunidades Chifrudas
21 de outubro de 2009
Canção do desterrado
Oportunamente pouso no ecrã Yo La Tengo. Popular Songs, desde Setembro nas lojas. Nos ouvidos há mais de 20 anos...mas de muito poucos. Não se entende.
Diz fruta !
20 de outubro de 2009
Das heranças…
Talvez porque sempre que a ela retorno cheiro em mim o odor daquele casaco de camurça, herança de um avô querido. Cheiro o tempo em que ele me servia, o tempo em que eu o servia.
E porque, apesar de tudo, o seu impacto é tal, continuo a vesti-lo sem o vestir, continuo a ser Rei do mediterrânico autocarro que me levava da escola a casa.
Este violoncelo de adeus continua a elevar-se ao som do motor que aquecia o longo banco traseiro. Nele observava, ainda, o jardim do Campo Grande onde mais tarde me deitaria em braços alheios. Já sem o velho Walkman com o som de quem se gosta que abala…mas sempre com aquele casaco castanho e sem quem abalou.
Braços idos e vindos os que soavam nesse grande campo da juventude.
Frases que ficam dedilhadas em todos os futuros braços em que me deitarei.
Cheiros de arcos nos atritos de violinos que sem roçar planam nas cordas do meu futuro.
Diálogos atonais interrompidos por um tempo sem data.
Quem abala sempre algo deixa: uma música de eterno retorno!
E, quando abalar, que deixarei?
Um casaco para quem frio tenha e uma banda sonora que, hoje, é toda minha.
Fumo e cinza vão com o vento. Tudo o resto fica.
9 de outubro de 2009
26 de agosto de 2009
31 de julho de 2009
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