21 de julho de 2008

Da Fartura VS Churro



Tudo num espaço de 3 meses. Nunca um ano foi tão farto. Balanços... fiquei com o Neil entranhado, o Lou marcado e o John lavado.

2 comentários:

Anónimo disse...

Gosto de farturas e de churros... mas não tão velhos... :D

Sérgio C.

Bewlay disse...

Sérgio,

Acredita que eu nem sou grande fã de farturas: o seu aspecto oleoso cria-me alguma repulsa. Rançosas, então, são completamente intragáveis. Dos churros só tenho a dizer que julgo serem uma importação de um país vizinho qualquer (e não temos assim muitos) onde a contenção pelo doce não é propriamente um valor paradigmático da cultura gastronómica, logo devem ser evitados.
Mas voltemos ao verdadeiro petisco feito prato principal: o princípio básico do verdadeiro classicismo é saíres de um concerto fabuloso dos Midnight Juggernaughts (com cortes de um som intragável – algo semelhante ao exagero do chocolate dos churros espanhóis) e entrares um mundo povoado pela electricidade de um senhor com mais de 70 anos de seu nome Neil Young onde o sabor do seu som é, nada mais que Sabedoria (como a própria origem etimológica da palavra Sabor deve indicar).
O classicismo, uma vez mais, é monótono só por ser clássico. Mas pior que uma clássica fartura é um moderno churro com sabor a framboesa mesclada com jindungo.
E se te contasse do clássico que foi o concerto dos Midnight Juggernaughts !? o muito que tiveram de uma brit pop com mais de 30 anos…. mesclada com um Punk também ele trintão?

Por isso, amigo Sérgio, acho que às tantas gostas mais de farturas do que eu…. Excepto as célebres bombas e bifanas que povoam a tua CLÁSSICA terra.

Um abraço de boas férias!

Já agora espreita: http://ca.youtube.com/watch?v=cAhg3Ge7TFM&feature=related