"the song is a cover version of the David Bowie track LADY GRINNING SOUL from his ALADDIN SANE album by the late and great TALLY BROWN, a New York underground icon, who starred in early ANDY WARHOL films and studied singing with LEONARD BERNSTEIN. Song is taken from the brillian hommage-film TALLY BROWN NEW YORK by german director ROSA VON PRAUNHEIM. I like the way TALLY BROWN is singing and that she is singing in first person singular, whereas the original Bowie-lyrics are in third person singular.Video-footage is taken from two silent movies: first one is SALOME by CHARLES BRYANT, starring wild Hollwood actress ALLA NAZIMOVA (not to be seen in this clip). The film, shot in 1923 is camp as camp can be and highly outrageous. Hailed as America's first art film. Gossip says, that the whole male crew and cast of that film was gay. A film like that was never done again. The footage taken from this film shows actor MITCHELL LEWIS as HEROD.Second film is PICCADILLY by E.A.DUPONT, shot in 1929 and starring ANNA MAY WONG as a night club dancer. Don't you think the beginning of that clip shows ANNA MAY WONG playing the "luftpiano", similar to famous luftguitar - playing ;-) "
Este foi o disco que me introduziu novamente na música electrónica a meados dos anos 90. O homem que me fez regressar às discotecas depois dos 25 anos (vi-o uma vez em Lisboa numa noite memorável) chama-se Ashley Beedle. Ballistic Brothers com sampler de Led Zeppelin em 1994. Não imagino melhor forma de acabar o serviço militar! Noutros serviços, menos militares, maravilhei-me com outros Zeppelins voadores em plena Anadia: efeitos colaterais dos Irmãos Balísticos. Terá terminado o ciclo minimalista e repetitivo Kraftwerk?
Vontade de repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e repisar e …
Gangstalene - Balistic Brothers Vs the Eccentric Afro's Vol. 1, 1994
Graças a Deus que o mundo está cada vez mais pós moderno: atente-se à publicidade no Jornal de Setúbal em caso de dúvida. Um título alternativo seria: Catarina Salgado faz yoga enquanto comunga com o Senhor……
Então ela quis tentá-lo definitivamente. Olhou bem em volta, com extrema atenção. Mas só conseguiu encontrar uma pêra pequenina e pálida. Ficaram os dois numa desesperante frustração. Não há dúvida que o Paraíso está a tornar-se cada vez mais chato!
O Alfredo atirou o jornal ao chão, irritadíssimo, e virou-se para mim: - Estes jornalistas! Passam a vida a inventar coisas, é o que te digo. Então não afirmam que, no Sardoal, foi encontrado um frango com três pernas! Vê lá tu! É preciso ter descaramento. Ajeitou-se melhor no sofá e, realmente indignado, coçou a tromba com a pata do meio.
Gentalha a bordo: Adrian Belew, Robert Fripp, Trey Gunn, Pat Mastelotto. Uma versão de Heroes nunca editada em CD (somente na Uncut do mês de Junho). Bowie dirá que fica tudo em família tal a cumplicidade com os sujeitos em causa.
Imagine-se a senhora morena (não a vislumbro loura). Muito perto do ouvido cantando: “Keep your 'lectric eye on me babe /Put your ray gun to my head /Press your space face close to mine, love /Freak out in a moonage daydream oh yeah!”. Nem assim se consegue perder o ambiente Sci FI desta música.
Não sei pormenores de quem são J. Hell. Mas assim é creditado Moonage Daydream no tributo Crash Course for the Ravers de 1996.
De seguida pode-se ler uma carta enviada por mim a:
Cara Vereadora Maria Fernanda Marcelo Faria Duarte Franchi Departamento Sócio-Cultural,
Espero que a minha apresentação, a esta altura do campeonato, seja um mero exercício de redundância. Mas entre o que eu espero e o que acontece, conforme a experiência me tem ensinado, vai uma longa distância. Chamo-me ****************e fui formador de um grupo de reformados na freguesia de Famões, ao serviço da Câmara Municipal de Odivelas, no ido ano de…confesso que já me esqueci (algo que direi caso solicitado com a minha noção de BREVIDADE). De qualquer forma, pasme-se, não foi no tempo da outra senhora! Após longas insistências para que me pagasse o dinheiro que me deve, dinheiro esse respeitante a DESPESAS DE CUSTO já que o meu trabalho foi VOLUNTÁRIO, recebi uma chamada em DEZEMBRO de 2007. Afirmou-me a senhora (não retive o nome já que conduzia no momento… consumindo gasolina SAIDA DO MEU BOSLO) que o pagamento estava para breve. O conceito de BREVIDADE surge novamente…. Mas os conceitos têm a estranha particularidade de possuírem uma multiplicidade interpretativa de fazer inveja a qualquer camaleão. Este conceito deve ter como bitola o espaço temporal do Universo ou em português falado em qualquer viela de Odivelas: UMA GRANDE PORRADA DE TEMPO. A verdade, cara VEREADORA, é que passados estes meses todos não recebi mais nenhum contacto. Aliás….nem espero receber. Não espero porque não sou pessoa de esperar….tenho medo que venha a velha e me coma (caso não entenda o contexto pode sempre ler o Rifão Quotidiano do Mário Henrique Leiria… já que é Vereadora da Cultura…e os vultos culturais deste pais devem ser exultados) …. Por esta dica não espero pagamento…pode considerar trabalho voluntário também….e PASME-SE…..não tem DESPESAS DE CUSTO!!!!!!!! Posso até ser mais detalhado…contos de GIN TONIC…não lhe envio o livro…isso já é exagero. Portanto serve o meu Português de rajada para lhe dizer que não vou ficar como a nêspera comida pela velha…à espera do que acontece. Serve somente para lhe dizer que estou neste preciso momento a fazer eco desta situação a quem me quiser dar ouvidos. PS: os mesmos contos do Mário têm um sobre as promessas..quer ouvir !?....é melhor não porque acaba mal…..se comprar o livro pode passar por ele…fala de casamento também ! Até uma próxima.
Já vi algumas janelas….aquela onde vivo agora não é sobre Setúbal que existe….é sobre Setúbal que poderia ter existido. Vi o que poderia ter existido ou imagino? Só assim se compreende que o retrato perdure: os espinhos da rosa eram doces. Melhor apagar a luz… o escuro deve ter ainda mais umas centelhas!
Luiz Pacheco não é só o adulto que emprenha a criança de 13 anos. Ele é também a criança que emprenha o adulto que existe na intelectualidade do pós 25 de Abril.